Governo não é o único culpado pelas enchentes

As forças destruidoras da natureza se vingam dos homens

Quando se falam em tragédias devido as forças destruidoras da natureza no caso do assunto abordado hoje as chuvas, pensa-se no que o governo deixou de fazer e isso é bem verdade, porém, o governo não é o único e exclusivo culpado pela desgraça provocada pelas águas pluviais, neste momento o cidadão paga pela sua falta de responsabilidade com a natureza.

Em São Paulo essa falta de responsabilidade poderia se resumir a maneira como nos comportamos. No mar imundando nossas praias com sujeira e o mesmo acontece em nossos rios como o rio tietê simplesmente por que em certos lugares não tem tratamento de esgoto ou por falta de educação e bom senso mesmo e ai sendo assim, depois que alaga tudo quer que o rio não transborde né? Ah assim não dá.

Eu chamo isso de vingança das forças devastadoras da natureza, no Rio de Janeiro o maior problema é a construção de casas ou seria melhor dizer barrancos em áreas de risco onde visivelmente estão a contar com a sorte e ai quando cai aquela chuva eles choram por que perdeu tudo “bem feito”, quem mandou construir no meio de um morro se você sabia que poderia deslizar.

EU não tenho dó desse tipo de gente, na verdade esta na hora de pensar um pouquinho que seja, tudo a gente paga o preço pela falta de responsabilidade, cidades como São Paulo não estão preparadas para receber fortes chuvas por que a cultura aqui é de cidade urbanizada, as industrias poluem o nosso rio que esta cada vez mais difícil de ser limpado e o que dizer de um cidadão que joga o lixo até nos trilhos do trem ou na rua mesmo? Depois não quer que nada aconteça e ai vai falar mal do governador não é mesmo.

Nós sabemos que fatalidades acontecem, mas, saiba que muita coisa poderia ser evitado e nada nessa vida é mais importante do que a nossa saúde e bem estar, nem mesmo os nossos empregos deve estar a frente disso. Um exemplo clássico: O cidadão sai de casa para ir ao trabalho esta aquela chuva e onze da manhã ele ainda esta preso no ônibus, sendo que ele tinha que estar as nove no trabalho, ele não esta pensando em ir pra casa, ele esta mais preocupado se vai perder seu emprego então o “infeliz” que não tem amor próprio de sua vida sai do ônibus e vai andando sobre aquelas águas correndo o risco de pegar uma doença, quando não acabam caindo em alguma boca de lobo e morre e eu pergunto se a empresa que essa cara trabalha vai pagar pela vida dele? Era melhor na pior das hipóteses descontar o dia do salario por que tem coisas que não vale a pena.

Você esta se doendo com este texto? Problema é seu, fico revoltado quando o cidadão sai do conforto do ônibus e enfrenta essas águas, essa chuva e corre todos os riscos só para agradar o chefe que provavelmente não tem sensibilidade nenhuma e nem amor pela sua própria vida e que muito provavelmente por que é chefe mesmo não vai trabalhar em dias assim, mas, faz questão de ver se seus subordinados estão trabalhando normalmente, que  absurdo.

Agora o que deveríamos mesmo estar preocupados é que este é o sinal de que a desgraça maior ainda esta por vir por que hoje estamos apenas enfrentando algumas chuvas torrenciais, mas, talvez daqui alguns anos a gente possa vir a enfrentar um aquecimento devastador que poderia provocar incêndios de grandes proporções em regiões mais secas e acabar com diversas formas de vida que dependam de temperaturas mais baixas e a culpa desse prenuncio de desastre de aquecimento global é do próprio homem.

Por fim eu termino apenas dizendo que ao invés de lamentarem e ter pena das desgraças que aconteceram em Franco da Rocha ou no estado do Rio de Janeiro apenas pensem o que cada um deveria fazer para evitar que isso acontecesse novamente, por que essas tragédias não são culpa de São Pedro e muito menos de Deus,  sim, isso é a consequência de toda a irresponsabilidade dos  cidadãos e dos governantes e cada um de nós devemos fazer a nossa parte para que quando o diluvio vier os prejuízos não serem assim tão grandes.

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Sobre Thiago

Thiago Pereira de Brito (29) Jaraguá – São Paulo – SP é um cidadão que já teve de logo cedo lutar para viver, nascido no hospital Cruz Azul estava tentando ganhar peso suficiente já que nasceu fraco, mas infelizmente o excesso de oxigenação queimou o globo ocular de sua visão direita e o deixou sem entrada de luz e também afetou consideravelmente o olho esquerdo do qual enxerga estimados trinta por cento. O primeiro grande desafio do Thiago venho na infância a escolha de uma escola normal ou especial não parecia uma decisão muito fácil, mas, Thiago escolheu de bate pronto o que queria enfrentar e durante boa parte de sua vida enfrentou dificuldades sendo que a maior delas foi a sua própria alfabetização. Hoje Thiago trabalha como analista de suporte à redes por uma grande empresa, formado em ciência da computação tem uma história vencedora que você pode conhecer neste site acessando a seção História de Thiago.
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